Wednesday, 3 April 2013

Rancores e mágoas não levam a nada

Frase de Restaurante
Sempre que passo uns dias em Porto Alegre volto mais pensativa em relação a valores e objetivos. Talvez pelo fato de sentir que viver em São Paulo, longe da minha família e amigos seja realmente uma prova de que meus objetivos nessa cidade ainda não estão completos, mas meus valores continuam os mesmos.

Estive ao lado das minhas amigas e amigos, e consegui ainda um bom tempo para a família. Voltei pensando nas pessoas que guardam mágoas e rancores em relação ao passado. Não me perguntem o por que, mas andei pensando bastante nisso. 

Tenho na minha mãe o meu maior exemplo de vida, de pessoa e de caráter. E por ela ser uma pessoa tão evoluída ao meu ver, tem vezes que nem eu consigo entendê-la. Ela me ensinou que a vida é muito importante para ficarmos nos apegando a pequenas coisas. Percebi com ela que aqueles que guardam rancor e mágoas é que saem prejudicados. Quanto menos rancor tivermos em nosso coração, mais leves e tranquilos seremos. 

Se temos a nossa consciência tranquila, por que ficar ressentidos com as atitudes dos outros? Deixe que eles fiquem pensando nas suas atitudes equivocadas, não cabe a ti guardar mágoa por causa disso ou daquilo. Temos tantos problemas mais sérios com que nos preocupar, que um simples desentendimento não deve nortear nosso humor nem nosso sono. 

Hoje vejo o mundo por uma percepção diferente de ontem, e amanhã será a mesma coisa. Mas a minha visão em relação aos meus valores e objetivos permanece. Quero paz e tranquilidade. Faço meu papel como filha, amiga, amante e colega da melhor maneira que posso. Para alguns pode não ser o bastante, mas tenho serenidade em dizer que busco fazer o meu melhor, sempre. 

Nessa vida, as coisas não são eternas, mas que sejamos felizes enquanto elas estiverem presentes em nossas vidas. Ou então, tenhamos coragem para descartá-las e permitir-nos conhecer coisas novas, que nos tragam alegrias e realizações.

Wednesday, 20 February 2013

Deu saudade

A imagem tá ruim, mas essa era a Vó Edith e
a melhor amiga dela, Maria Petruci, na praia.
Eu que tirei a foto!!
Se eu falar que estava comendo uma ameixa e me deu vontade de escrever vocês acreditam? Pois foi exatamente isso o que aconteceu. Na minha primeira mordida, me lembrei das férias de verão que eu passava na praia com a minha vó. Só eu e ela. Era muito divertido, mas naquela época eu ainda era uma criança e depois adolescente rebelde e não dava o devido valor.

Quando pensei nisso, me lembrei daquela velha frase que muitos usam para relacionamentos, mas que acho que é muito mais ampla: "Nós só damos valor para as coisas quando perdemos". E parece que na maioria das vezes é a mais pura verdade. Por que naquela época eu não valorizava cada dia a mais que eu ficava na praia com a minha vó? Vivia brigando por que eu queria sair de noite e ela não deixava, ou então eu voltava depois do horário combinado e no dia seguinte ficava de castigo.

Mas ao mesmo tempo, éramos parceiras inseparáveis na hora de ir para a beira da praia caminhar até a Plataforma de Atlântida e depois ficar na barraca torrando no sol, comendo um milho e tomando coca-cola. No meio da tarde a nossa canastra ou crapô eram sagrados. Eu, ela e suas amigas de praia ou as minhas tias avós. Com certeza a minha idade vezes 3 não dava a idade de nenhuma delas, mas mesmo assim eu me sentia inserida no grupo, e adorava conversar com elas por horas e horas.

E pensar que todas essas lembranças vieram por causa de uma simples ameixa que comi. É, deu saudade da minha vó, da praia, dos carteados e de muito mais coisa, que só agora, que não tenho mais é que vi o quão importante eram essas coisas na minha vida.

Por isso hoje procuro agir e pensar de maneira diferente. Vivendo o presente, valorizando as pequenas coisas e falando a todos aqueles que me cercam o quão importantes eles são na minha vida.

Tuesday, 15 January 2013

Templo Zu Lai

 Tirei um final de semana zen para mim. Sábado fui com amigos ao Tempo Zu Lai, em Cotia, grande São Paulo. O local é muito bonito, mal dá pra acreditar que estamos apenas a 20 minutos de São Paulo. 

O objetivo foi buscar energias positivas para 2013, já que as coisas não começaram como planejado. E posso dizer que as energias positivas vieram e ficaram. 

A paz da natureza, o conhecimento de outra religião e sua doutrina, e a confraternização com os amigos sempre são coisas muito boas. Elevam o astral.


Pensei em tudo o que aconteceu no ano passado, nas minhas evoluções e também frustrações. Nas mudanças, nos erros e nos acertos. Foi uma viagem muito produtiva para mim. 

Lembrei também muito da Vó Edith, que falava muito da China, dos Budas magros e de toda a mitologia que envolvia esta religião.



O Tempo Zu Lai é realmente lindo, cada detalhe pensado e executado. Com certeza voltarei lá em breve.


Friday, 11 January 2013

Os caminhos e as surpresas da vida

No ano de 2012 eu sofri muitas mudanças, principalmente pessoais. Foquei grande parte das minhas energias em mim e nas minhas relações pessoais, mudei em muitos aspectos, e hoje sinto grande orgulho disso. Claro que sei que não me tornei uma pessoa perfeita, bem pelo contrário, continuo ainda com muitos defeitos, mas quem não os tem? Acho que assumir os seus defeitos e aprender a conviver com aquilo que você não consegue mudar, por ser sua personalidade ou estar enraizado em ti, já um grande avanço e amadurecimento.

Só que se nem Jesus agradou a todos, como eu posso querer agradar? Me desculpem, mas a tarefa é impossível, eu diria. Estou começando 2013 com mais mudanças, algumas nem tão felizes, mas que não deixam de ser mudanças. Resolvi focar meu ano, mais uma vez, em mim e no meu crescimento pessoal, como fiz em 2010. Pretendo voltar a estudar e dar um gás na minha carreira, me empenhar mais ainda no meu trabalho. Não será um escape, como alguns podem pensar, será apenas uma mudança de prioridades.

Percebi ao longo de 2012 que não adianta apenas uma pessoa mudar, se esforçar e batalhar por algo, se do outro lado não há entrega nem disposição para mudanças também. Faz parte das relações os conflitos, as brigas e os desentendimentos, mas também o carinho, a compreensão e a reconciliação. Como eu disse antes, ninguém é perfeito, assim como nenhuma relação é. Mas o promordial, em qualquer tipo de relação, é a troca e a harmonia.

Os caminhos da vida são confusos em alguns momentos, mas depois eles clareiam e a gente percebe que para tudo existe um porque. No fundo, eu esperava que as coisas fossem diferentes, mas percebi que não adianta lutar sozinha, e hoje estou em paz comigo mesma. Sei que tudo o que esteve ao meu alcance eu fiz, busquei e lutei. Agora é olhar para trás e ver as lições que posso tirar disso tudo. E tem uma coisa que me deixa muito feliz, as mudanças que batalhei para que acontecessem dentro de mim estão aqui para ficar, e só me fizeram bem.

Inicio 2013 com apenas uma certeza: "As surpresas da vida são imprevisíveis". Então vamos viver e deixar se surpreender, sejam alegres ou tristes as surpresas, para tudo devemos tirar um aprendizado e seguir em frente, sempre.

Feliz 2013 a todos!!

Saudade...

Bjs

Monday, 19 November 2012

Vivendo com medo

Eu sei que a grande maioria dos ataques e mortes registrados em São Paulo são nas zonas mais pobres, de periferia e região metropolitana. Mas mesmo assim, estes ataques estão perto, e hoje lendo o noticiário fiquei pasma com uma coisa. A guerra entre Israel e Gaza já matou 95 pessoas, em São Paulo, no último mês, tivemos mais de 120 mortes. Ontem foram 13 mortes em São Paulo, e na Faixa de Gaza 12. Alguma coisa está muito errada...

Tuesday, 13 November 2012

A mística do Buquê de Noiva

Acho muito legal a mística que envolve o Buquê da Noiva, e antes de escrever este post resolvi ir atrás da história do por que as noivas jogam o buquê para suas amigas depois da cerimônia.

E descobri que o objetivo do buquê é gerar harmonia e perfumar a vida do casal. Antigamente, os arranjos mesclavam flores e espinhos, pois, as flores atrairiam felicidade, enquanto os espinhos espantariam os maus espíritos. Acredita-se que somente as camponesas e moças mais humildes casavam com buquê de flores. As famílias mais ricas presenteavam as noivas com jóias, como terços feitos de ouro e diamantes, para serem carregados durante a cerimônia.

Jogar o buquê significa querer compartilhar sua felicidade com os amigos. “Os gregos e romanos usavam antigamente alho e ervas ou grãos no buquê, pois acreditavam que afastava os maus espíritos e garantia um casamento próspero”.  Depois, as ervas foram trocadas por flores, símbolo de fertilidade. A noiva passou a jogar o buquê às convidadas a partir do século 14, na França. Esse hábito substituiu outro: antes, elas pegavam um pedaço do vestido da noiva para ter sorte.

Achei legal esta descoberta, espero que os maus espíritos fiquem bem longe mesmo. Neste final de semana uma grande amiga minha se casou. Foi uma festa linda, cheia de charme, decoração linda, e noivos muito felizes. Que a esta altura já estão a caminho da sua lua de mel. E foi nesta festa que peguei o segundo buquê do ano. Foi engraçado, pois apesar de eu não acreditar muito nessa história (já fiquei sabendo de noivados desfeitos depois das gurias terem pegado o buquê)... eu sempre estou lá, de prontidão, caso o buquê escolha a minha direção. E sábado foi exatamente isso o que aconteceu. Sem esforço algum, apenas estiquei o braço, e pronto, o Buquê estava nas minhas mãos.

Mas o que me deixou um pouco "apavorada", foi a voracidade que muitas mulheres vieram em minha direção. Teve algumas tentando arrancar o buquê das minhas mãos, saí desta batalha com um belo arranhão no ombro e um buquê despedaçado. Achei intrigante e triste o desespero das pessoas em ter a "boa sorte" para pegar o buquê. Estamos numa época que o desespero das mulheres e dos homens em casar virou um grande problema. Digo homens e mulheres, por que mesmo com o meu namorado presente na festa, logo depois que peguei o buquê dois guris me pararam para "pedir a minha mão". Claro que foi uma brincadeira, e uma maneira que eles encontraram em se aproximara. Mas vi também em muitos ali presentes a vontade de encontrar uma parceira, e não por apenas uma noite.

Alguns vão falar que estou falando tudo isso por que peguei o buquê e tenho um relacionamento estável e feliz. Mas não, mesmo que estivesse solteira, e já estive nessa posição muitas vezes. Acho que os pares se criam quando menos esperamos. De repente aquela pessoa especial surge na sua vida, e quando você menos espera. O simples fato de pegar ou não o buquê da noiva, não vai fazer com que essa pessoa venha mais rápido, ou que o pedido de casamento surja do nada. As coisas tem o tempo certo para acontecer.

Mas de qualquer maneira, ainda acho linda a mística que envolve todo o casamento, e espero um dia poder jogar às minhas amigas o meu buquê!

Thursday, 18 October 2012

O que um Cliente nunca deve fazer e O que um AI nunca deve fazer

Trabalho na área de comunicação desde 2006. Muitos podem pensar, só seis anos numa área é muito pouco. Pode até ser, mas eu me considero uma pessoa já com uma certa experiência. Desde nova sei o trabalho de um assessor de imprensa, em diversos segmentos. Já passei pela Política, Motocicletas, Congressos, Máquinas, Varejo, Decoração, Arte e Transportes. Sem contar os inúmeros trabalhos como freelancer que faço até hoje. Nestes meus anos de estrada, em Porto Alegre, Madri e hoje São Paulo, aprendi muita coisa, e ainda aprendo diariamente.

Algumas coisas que já aconteceram comigo nunca imaginei que fossem acontecer, mas aconteceram. Umas me fizeram crescer outras me mostraram que este mundo é cruel. Mas entre todas as experiências boas e ruins que já tive no ramo de AI, algumas me deixam pasma até hoje. Entendo que o cliente tem sempre razão, como dizem os empresários do setor de serviços, principalmente na área de B to C (Business to Consumer), mas a razão nunca pode perder o respeito, e para isso a empresa prestadora de serviços precisa se posicionar.

Resolvi fazer uma pequena análise, na verdade são dicas, tanto para os clientes como para os jornalistas e relações públicas que trabalham em Assessoria de Imprensa. Acho que estes pontos sãomuito válidos, pois fazem refletir o papel de todos os agentes envolvidos numa prestação de serviço, principalmente na área de comunicação, que é tão desvalorizad atualmente.

O que um cliente nunca deve fazer:

- Achar que sabe fazer o trabalho de AI melhor do que a agência contratada: se o cliente uma agência para fazer um trabalho de Assessoria de Imprensa, é por que ele não tem "now how" o bastante para executar este trabalho. Então ele precisa entender que suas dicas são sempre bem-vindas mas aceitar melhor o que o seu AI tem a dizer, com certeza ele tem mais experiência do que o cliente e o trabalho dele é sempre em prol da empresa;

- Não cumprir prazos pré-estabelecidos e ficar bravo com cobranças: os prazos existem para serem cumpridos, se o cliente recebe um release para ser aprovado e sabe que este release tem validade ele precisa ser aprovado antes deste prazo, ou então o resultado de divulgação ficará aquém do esperado. O trabalho de um AI é estar sempre ligado com relação aos prazos dos textos e planejamentos de seu cliente, cobrar do cliente a aprovação ou não destes textos e planejamentos é o seu trabalho;

- Faltar com respeito com seu AI: o Assessor de Imprensa deve ter uma relação quase de amizade com seu cliente, a confiança é um dos pilares desta relação, se o cliente, mesmo achando que tem razão, em qualquer que seja a situação, falta com respeito com o seu assessor, corre grandes riscos de ter esta relação arranhada. Este ítem vale para os dois lados. O diálogo deve ser sempre mantido dentro do respeito e da cordialidade, controvérsias sempre existiram, mas é preciso saber como lidar com elas;

- Não responder e-mails nem atender ao telefone durante todo o dia sem avisar préviamente: atualmente o principal meio de comunicação entre o cliente e sua agência de comunicação é o e-mail e o telefone, se o cliente não responde nenhum destes meios deve saber que isto acarretará em prejuízos para o trabalho do AI e consequentemente ao resultado para a empresa. Caso o cliente tenha uma viagem ou passará o dia em reunião, é prudente que avise anteriormente seu AI. Para que este possa se programar e não atrapalhe o cliente com possíveis ligações inconvenientes;

- Solicitar um trabalho que internarmente ele não tenha estrutura para atender a demanda: se o cliente quer, por exemplo, ter uma ação amplamente divulgada e isto acarretará disponibilidade para entrevistas para melhor divulgar esta ação ou projeto, ele precisa estar com a agenda disponível para conceder as entrevistas. A pior coisa para uma empresa é fazer uma divulgação que gere o interesse da imprensa e não ter estrutura para atender as demandas que irão surgir. A imprensa até entende uma agenda apertada de um presidente ou CEO, mas se para divulgar o assunto ela precisa falar com a empresa, que seja disponibilizado ao menos um diretor para atendê-los. O relacionamento com a imprensa é fundamental;

O que um Assessor de Imprensa nunca deve fazer:

- Passar por cima de seu cliente: o AI precisa estar por dentro da filosofia da empresa para qual presta serviço. Ele nunca pode falar pelo seu cliente se isto não for pré estabelecido anteriormente. O AI é a ponte entre o cliente e a imprensa, em raros momentos ele fala pelo cliente.

- Declinar uma pauta por achômetro: uma pauta, por mais esdrúxula que seja, nunca deve ser declinada sem antes passar pelo cliente. Em alguns momentos, o que para um AI é um absurdo, para o cliente pode ser uma boa chance para atingir seu público ou apresentar um projeto seu. Por isso, é importante que ele sempre seja o último a dizer não.

- Fazer um planejamento estratégico ou uma super matéria sem a prévia aprovação do cliente: a pró-atividade é sempre muito bem vista e bem-vinda. Mas antes de se perder horas, às vezes dias, fazendo um planejamento estratégico ou uma matéria/release que o AI julga super necessário, é preciso conversar com seu cliente antes. Ou ele correrá grandes riscos de ter seu trabalho perdido. Enviar um e-mail ou telefonar antes e explicar a sua ideia, sua proposta de planejamento antes de executá-lo é o mais indicado. Quando o AI trabalha fora da empresa de seu cliente ele pode não estar sempre por dentro do que acontece na empresa, e ter uma visão equivocada das necessidades deste cliente, naquele momento;

- Achar que trabalhar em evento é férias: se o cliente tem eventos de final de ano, onde o objetivo é a integração dos colaboradores, o maior erro do AI é pensare você irá ao evento para tomar banho de piscina e pegar uma praia. Se eles está no evento é como profissional e precisa manter esta postura, mesmo nos jantares e momentos de integração. A sua roupa é sua apresentação, evitar usar trajes de banho na frente de seu cliente é fundamental. Se for verão, use bermudas e vestidos, não confortáveis e não fazem você passar calor. Caso o AI tenha tempo livre, o ideal é ir para um local afastado, assim pode aproveitar a praia sem que não corra o risco de ser pego de sunga ou biquini pelo seu cliente.

- Fazer do cliente seu melhor amigo: amigos amigos, negócios à parte. O cliente é paga e você presta um serviço para receber por ele. Esta é a unica ligação que deve existir entre o AI e seu cliente. Se o cliente for do tipo carente, que liga depois do horário de expediente, é prudente atender a primeira vez, se a ligação for para falar de assuntos não ligados a trabalho, o melhor é dizer que se está ocupado e pedir para retornar no dia seguinte, que já estiver no escritório. E na próxima vez não atender mais. Se acontecer algo muito urgente, o cliente com certeza irá enviar uma mensagem ou e-mail explicando o motivo da ligação e entenderá que com o AI a relação é puramente profissional. Mas este tipo de atitude deve ocorrer desde o início da relação de trabalho, ou se não o AI está fadado a atender o celular às 2h da manhã para ouvir o cliente reclamando que terminou o namoro.

- Tratar o cliente como se fosse o último do universo: o AI precisa ter muito cuidado, se ele começar a fazer pequenos favores ao seu cliente que não constam no seu contrato, ele está perdido. A maioria dos clientes tem costuma de pedir mais do que podem, e se não forem cobrados desde o início por estes trabalhos extras, depois é muito difícil inverter o jogo e não irão entender se o AI se negar a fazer algo que anteriormente fez e fez de graça. Na gíria da comunicação é normal se ouvir "a agência abriu as pernas". Quer dizer que mostrou ao cliente que fará de tudo para mantê-lo ao seu lado, mesmo que seus funcionários fiquem sobrecarregados. O certo é mostrar ao cliente que tudo extra tem um custo, e que antes de qualquer coisa, ele está lidando com profissionais. O AI nunca deve mostrar ao cliente que ele é último da face da terra, pois com isso corre o risco de na hora de negociar um aumento, por exemplo, não conseguir aumentar o budget por ter acostumado seu cliente mal, e mesmo depois de muito trabalho "free" ainda perdê-lo por ele achar o serviço muito caro. O cliente precisa entender o valor dos seus serviços desde cedo.


Tuesday, 9 October 2012

Contando os dias, horas e minutos...

Como diz o ditado: Depois da tormenta sempre vem  a calmaria. 

Uma pena esta tormenta ter demorado tanto para passar... foi um mês de muita tristeza, incertezas e dor, mas agora tudo isso fico para trás, para o passado, e o presente só tem me mostrado que eu estava certa. Vale a pena lutar por aquilo que acreditamos. Agora penso muito mais em viver o hoje, do que antes. Curtir cada minuto que tenho, ao lado de quem a gente gosta.


E como toda mortal, não vejo a hora de pegar a mala e embarcar no avião rumo ao paraíso. Tudo bem que vou à trabalho, mas em alguns momentos sei que conseguirei me distrair. Ainda mais por que não estarei sozinha, estarei com aquele que escolhi como companheiro, parceiro, amigo e amante. E por isso, uma coisa é certa, vamos relaxar e nos divertir muito por lá...

Ôoooo meu Brasil, tu não consegue ser mais lindo não?? Nossa, só quero ver quando estiver nesse lugar ao vivo e a cores!!

Faltam apenas 2 dias, e mais nenhuma hora!! E vamos lá que a vida é hoje e é bonita, é bonita, e é bonita!!