Tuesday, 4 June 2013

Quem acredita em Fada Madrinha?

Eu acredito em Conto de Fadas sim, Fada Madrinha, e por que não no Papai Noel? Sou uma sonhadora incurável. E isso me torna a pessoa alegre e de bem com a vida que sou hoje. É tão ruim não sonhar, então por que me privar de coisas tão fantásticas como acreditar em Fada Madrinha?

Se vamos na filosofia de que colhemos tudo o que plantamos, então estamos acreditando em Conto de Fadas também. Afinal, a moral dos Contos de Fadas é de que se você é uma pessoa boa, com coração bom e de alma pura a vida irá te recompensar. Tudo bem, não vamos tão longe com Castelos, Dragões e Príncipes à Cavalo. Mas a moral segue intacta até hoje. 

Quando vejo crianças correndo e brincando por ai, a alegria delas me contagia. E acredito que é simplesmente pela pureza delas. A simplicidade de seus gestos em expressar sentimentos. A ausência de medo em se machucarem, seja brincando no parquinho ou assumindo a paixão pela coleguinha. Essa vida de sonhos e magia me encanta, me fascina. 

Assim como acredito em Bruxas, tanto nas boas como nas más. E indo por essa filosofia, deixo aqui uma rezinha para aqueles que também são sonhadores como eu:

Reza contra bruxas

Pela cruz de São Saimão que te benzo
Com a vela benta da Sexta Feira da Paixão
Treze raios tem o sol, treze raios tem a lua,
Salta demônio para o inferno que esta alma não é tua

Tosca, marosca, rabo de mosca,
Aguilhão nos teus pés e relho na tua bunda
Por cima do silvado, por baixo do telhado,
São Pedro, São Paulo e São fontista,
Dentro de casa de São João Batista

Bruxa, tatatabruxa, não entres nesta casa
Nem nesta comarca toda, por todos os Santos dos Santos
Amém

Tuesday, 28 May 2013

Quem devolve uma carteira para quem nem conhece em uma noite de chuva? Um taxista me devolveu...


Qual a probabilidade de um taxista encontrar uma carteira Louis Vuitton com dinheiro e cartões, lembrar apenas do último nome da rua da última passageira, colocar no GPS, eliminar por bairros, atravessar a cidade e começar a bater de prédio em prédio atrás da dona da carteira numa noite chuvosa em São Paulo??

Eu diria que isso é mais difícil do que ganhar na Mega Sena. E foi exatamente o que acabou de acontecer comigo hoje. Esqueci a carteira completa dentro do taxi, subi, tomei banho, jantei e de repente o porteiro toca o interfone. Pergunta meu nome completo e fala que um taxista está na portaria para me devolver a carteira que perdi. Incrédula fui até a minha bolsa me certificar e era verdade. A carteira não estava lá.

Desci correndo, e o Aníbal, o taxista, me contou que veio da Mooca até Alto de Pinheiros entregar a carteira. Ele lembrava apenas que a minha rua tinha "Vita" no nome, e a procurou no GPS. Identificou a rua quando viu o bairro. Veio até aqui e bateu de porta em porta pelos prédios da rua perguntando pelo meu nome até que me encontrou.

O Aníbal me fez hoje acreditar que o mundo não está totalmente perdido e que existe pessoas honestas, poucas talvez, mas elas existem e podem estar a nossa volta. Graças ao Aníbal a minha viagem de amanhã não foi comprometida e não vou precisar encarar a dor de cabeça de ter que refazer todos meus documentos e cartões!!

Grande Aníbal, grande homem, excelente caráter e boa alma. Super indico ele a quem precisar de um taxista de confiança. Esse cara é uma raridade!! Ah, o celular dele é 11 98610-9673. #ficaadica

Monday, 27 May 2013

Viajar

Viajar é bom, não é? 
Mas quando você considera que inicia uma viagem? 
No portão de embarque do aeroporto, quando pega a estrada ou quando entra no trem? 

Para mim a viagem começa bem antes, ainda na fase de planejamento da viagem. Quando compro a passagem a viagem já teve o botão start ligado, só que numa fase mais slow do que quando eu chego ao meu destino. Depois do bilhete comprado, vamos para a reserva da pousada. Nossa, essa fase é aquela onde a indecisão entre estilos de hotéis e pousadas é muito bem-vinda. Quem não gosta de ficar indeciso quando as opções são umas melhores do que as outras? 
Agora pronto, é só esperar a data chegar. 

Mas uma semana antes a viagem volta à minha cabeça. Começo a olhar a previsão do tempo. Se for praia, torço pelo sol, se for montanha, cruzo os dedos pelas chances de frio e neve. Três dias antes, é hora de fazer a mala. Ao menos de começar a organizar as roupas. Definir aquele sapato coringa, e aquela calça que serve tanto para o dia quanto para a noite. 

Mesmo assim, sempre parece que esquecemos alguma coisa, e que vai faltar roupa. Cada dia é planejado minimamente. Penso desde a roupa que vou usar durante o dia, se vai haver trocas ou não, até à noite. Se vai ser um jantar despretensioso ou uma festa mais chique. Sempre lembrando que imprevistos acontecem, então para cada ocasião é bom ter uma peça extra. Sou da filosofia do: Vai que... 

Pronto! Mala feita, bilhete na mão, reserva confirmada.  
Agora é ficar com aquela sensação gostosa de frio na barriga e esperar para ver se a viagem vai sair como havia planejado ou se vai ser melhor ainda. 

Thursday, 23 May 2013

Sua felicidade depende de outra pessoa?


Esta semana ouvi muitas vezes, de pessoas e situações bem variadas, um mesmo conceito que me deixou bem preocupada. O conceito de que a felicidade depende de outros e não dela mesma. Deixa-me explicar melhor... Tenho visto as pessoas reclamarem que não arrumam namorado, que aquele momento só seria legal se estivessem com alguém, que não querem sair de casa para segurar vela e por ai vai. 

As pessoas estão esquecendo que ser feliz depende única e exclusivamente delas mesmas. Quando você precisa de outra pessoa para se sentir plenamente feliz, acho que é um indício de que você não está nada bem consigo mesmo. Afinal, uma relação, seja ela de amizade, familiar ou amorosa, deve somar, acrescentar e não completar um vazio, seja ele qual for. 



Pensar desta maneira, ainda mais para mulheres que foram criadas por mães e avós que viam no homem e no casamento a imagem de uma vida completa e realizada, não é nada fácil. Mas as mulheres precisam lembrar que hoje somos completamente diferentes do que nossas mães e avós. Lutamos por independência e igualdade, e quando estamos chegando quase lá, parece que queremos retroceder e voltar aos anos 20. 

Se você não é feliz sozinha, em casa, numa sexta-feira à noite, pelo simples fato de que você escolheu por ficar em casa, então precisa rever seus conceitos. Não estou pregando aqui que todas devem pensar e agir da mesma forma. Mas quero dizer que uma pessoa não pode ser preponderante para sua felicidade. Se você não é feliz sozinha, então provavelmente não vai conseguir levar felicidade à outra pessoa. E é por isso que muitas mulheres que buscam alguém ficam anos e anos sozinhas, por que colocam todas suas carências afetivas em cima de outras pessoas. 

E convenhamos que fardo pesado para se carregar, não? Reveja seus conceitos, repense sobre suas necessidades e expectativas, reformule seus objetivos. Quem sabe assim você não estará reorganizando seus próprios pensamentos e por tabela uma pessoa melhor? Acho que vale a reflexão. 

Monday, 15 April 2013

W Run e Circuito das Estações Adidas

Bah gente, essa duas corridas faz um certo tempinho...

O Circuito das Estações Adidas foi em dezembro, e a W Run foi em março agora. Mas antes tarde do que nunca.






Então resolvi colocar aqui, para vocês verem a minha cara de quase morta, as fotos das duas corridas.



O próximo desafio é mais um Revezamento Berioga Maresias, em maio, onde vou fazer o segundo pior trecho, já que ano passado fiz o pior e o terceiro pior... heheheehe

No pain, no gain!!! ;o)

Saturday, 13 April 2013

Sábado de chuva...

O que se faz em um sábado de chuva? COMIDA!!!!
heheheeheh

Acordei hoje super afim de ir treinar, mas com chuva e eu saindo de um longo periodo doente não me arrisquei. Me permitir ficar deitada até quase meio dia, fazia muito tempo que não ficava. Depois resolvi colocar a mão na massa... literalmente!

Almocei um Spaguetti à Carbonara, que modéstia à parte, estava muito bom. Depois fiquei pensando qual seria o próximo prato, e como perdi um pouco o hábito de jantar, achei que um bolo cairia muito bem.

E foi o que fiz... E mesmo tendo esquecido de colocar manteiga, não é que ficou bom??!! hehehe Agora só um chimarrão para acompanhar!!



Wednesday, 3 April 2013

Rancores e mágoas não levam a nada

Frase de Restaurante
Sempre que passo uns dias em Porto Alegre volto mais pensativa em relação a valores e objetivos. Talvez pelo fato de sentir que viver em São Paulo, longe da minha família e amigos seja realmente uma prova de que meus objetivos nessa cidade ainda não estão completos, mas meus valores continuam os mesmos.

Estive ao lado das minhas amigas e amigos, e consegui ainda um bom tempo para a família. Voltei pensando nas pessoas que guardam mágoas e rancores em relação ao passado. Não me perguntem o por que, mas andei pensando bastante nisso. 

Tenho na minha mãe o meu maior exemplo de vida, de pessoa e de caráter. E por ela ser uma pessoa tão evoluída ao meu ver, tem vezes que nem eu consigo entendê-la. Ela me ensinou que a vida é muito importante para ficarmos nos apegando a pequenas coisas. Percebi com ela que aqueles que guardam rancor e mágoas é que saem prejudicados. Quanto menos rancor tivermos em nosso coração, mais leves e tranquilos seremos. 

Se temos a nossa consciência tranquila, por que ficar ressentidos com as atitudes dos outros? Deixe que eles fiquem pensando nas suas atitudes equivocadas, não cabe a ti guardar mágoa por causa disso ou daquilo. Temos tantos problemas mais sérios com que nos preocupar, que um simples desentendimento não deve nortear nosso humor nem nosso sono. 

Hoje vejo o mundo por uma percepção diferente de ontem, e amanhã será a mesma coisa. Mas a minha visão em relação aos meus valores e objetivos permanece. Quero paz e tranquilidade. Faço meu papel como filha, amiga, amante e colega da melhor maneira que posso. Para alguns pode não ser o bastante, mas tenho serenidade em dizer que busco fazer o meu melhor, sempre. 

Nessa vida, as coisas não são eternas, mas que sejamos felizes enquanto elas estiverem presentes em nossas vidas. Ou então, tenhamos coragem para descartá-las e permitir-nos conhecer coisas novas, que nos tragam alegrias e realizações.

Wednesday, 20 February 2013

Deu saudade

A imagem tá ruim, mas essa era a Vó Edith e
a melhor amiga dela, Maria Petruci, na praia.
Eu que tirei a foto!!
Se eu falar que estava comendo uma ameixa e me deu vontade de escrever vocês acreditam? Pois foi exatamente isso o que aconteceu. Na minha primeira mordida, me lembrei das férias de verão que eu passava na praia com a minha vó. Só eu e ela. Era muito divertido, mas naquela época eu ainda era uma criança e depois adolescente rebelde e não dava o devido valor.

Quando pensei nisso, me lembrei daquela velha frase que muitos usam para relacionamentos, mas que acho que é muito mais ampla: "Nós só damos valor para as coisas quando perdemos". E parece que na maioria das vezes é a mais pura verdade. Por que naquela época eu não valorizava cada dia a mais que eu ficava na praia com a minha vó? Vivia brigando por que eu queria sair de noite e ela não deixava, ou então eu voltava depois do horário combinado e no dia seguinte ficava de castigo.

Mas ao mesmo tempo, éramos parceiras inseparáveis na hora de ir para a beira da praia caminhar até a Plataforma de Atlântida e depois ficar na barraca torrando no sol, comendo um milho e tomando coca-cola. No meio da tarde a nossa canastra ou crapô eram sagrados. Eu, ela e suas amigas de praia ou as minhas tias avós. Com certeza a minha idade vezes 3 não dava a idade de nenhuma delas, mas mesmo assim eu me sentia inserida no grupo, e adorava conversar com elas por horas e horas.

E pensar que todas essas lembranças vieram por causa de uma simples ameixa que comi. É, deu saudade da minha vó, da praia, dos carteados e de muito mais coisa, que só agora, que não tenho mais é que vi o quão importante eram essas coisas na minha vida.

Por isso hoje procuro agir e pensar de maneira diferente. Vivendo o presente, valorizando as pequenas coisas e falando a todos aqueles que me cercam o quão importantes eles são na minha vida.